sábado, 29 de novembro de 2008

Texto cap. 7, 8 e Álamo Pimentel

Teresinha Costa dos Santos
A escola é um espaço onde desenvolvemos nosso trabalho, por isso sua construção física deve ser de acordo com a clientela que irá ocupá-la. Essas conseqüências vêm de herança das escolas antigas. Alunos continuam sendo alunos e professores continuam sendo professores, cada qual particular em suas opiniões.
Quando os indivíduos que compõem a escola: direção e professores falam de inclusão social, procuram adaptar a escola nos padrões como: rampas, banheiros adaptados aos deficientes físicos e não lembram que essas pessoas vão se relacionar e o comportamento na está preparado.
O autor Álamo Pimentel mostra que este quadro deve ser modificado, e que as relações devem ser mais compreensivas umas com as outras, para então pensar numa escola inclusiva em todos os sentidos, ou seja, a escola como um lugar de construção em conjunto de conhecimentos.

Iracema

Estudando os capitúlos 7 e 8, sabemos que a escola apresenta um ambiente com espaços-salas, o próprio prédio-e tempo-referentes às relações.já na escola tudo continua na mesma rotina, professores ensinando conteúdo e alunos recebendo as informações. nas reuniões pedagógicas os coordenadores,diretores e professores trocam informações já utilizadas,todas as ações repetidas.Várias vezes tratam da Inclusão social, mas apenas a inclusão de algumas deficiencias mentais,não se lembram que aque aqueles excluidos,são os repetentes,e os reprovados, etc.
Chegamos a uma conclusão que a escola precisa sofrer modificações para levar o trabalho escolar para uma interação escola e comunidade escolar.
Alamo Pimentel já demonstra isso seu texto: "Que a escola precisa passar por mudanças que seja aprovetavéis na educação,onde escola e pessoas estejam envolvidas e devem agir harmonicamente para que haja um bom funcionamento do cotidiano escolar e vice-versa".

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Texto individual

Júlio César dos Santos
Álamo Pimentel mostra a escola como uma forma de aprendizagem que hoje aparece nas escolas nem um pouco democrática.A rotina escolar acontece sempre da mesma maneira ,um ensina o outro aprende,não há troca de opiniões.É assim que a escola pensa que estar fazendo a inclusão,pela maneira de receber pessoas deficientes,ou seja deficiência visual,auditiva e mental.Contudo sabemos que aqueles alunos carentes e menos favorecidos são os que mais chamam nossa atenção,muitas vezes pela situação financeira são levadas a repetência e reprovações.
Como hoje em dia as escolas não estão preparadas para enfrentar um novo olhar pela educação,acontecem várias injustiças com alunos que poderiam ter sido acompanhado e assim se recuperado para o sucesso escolar.
Portanto a escola deve está aberta a conversas coletivas entre professores, diretores coordenadores,comunidade escolar e principalmente os alunos devem está trabalhando em harmonia,para que as mudanças alcançadas sejam positivas

Texto individual

Rosilda Oliveira Carvalho
O autor Álamo Pimentel relata e observa o cotidiano escolar onde acontece as atividades que preenchem as salas da aulas e reuniões dentre outras coisas, onde pessoas estão intensamente se encontrando de uma maneira meio confusa se relacionam. Os educadores repassam os conteúdos e os alunos aprendem, ou seja, a mesmo hierarquia de tempos atrás. Nessa relação de cotidiano escolar apresentam os obstáculos, principalmente focados nos educadores, que de repente são obrigados a lhe dá com dificuldades de comportamento, onde os alunos muitas fezes rebeldes se revoltam, e professores e direção sem saber realmente o que fazer, faz uso de altorismo para se fazer ouvir e ser obedecido. Em nenhum momento pensam em ouvir uns aos outros e chegar a um consenso favorável que auxilie na educação democrática que deveria ser utilizada nas escolas
. O autor Álamo Pimentel diz-nos que o papel da escola deve mudar para que haja uma harmonia e não se torne uma reprodução de autonomia no dia-a-dia escolar.

Texto individual

Capitulo 7, 8 e texto de Álamo Pimentel


Silvia Isabel Araújo Lima
A escola é um lugar onde as pessoas envolvidas trabalham os espaços e os tempos no cotidiano escolar. O espaço no que se refere a estrutura física e os tempos às relações entre os envolvidos no contexto escolar.
O autor Álamo Pimentel faz-no refletir que a escola é um repasse de perguntas e respostas, prontas e acabadas, onde dizem que é uma democracia de opiniões, mas continua a ultima palavra e argumentos são do professor, em outras vezes é da direção da escola e os alunos continuam a obedecer. Nas reuniões pedagógicas que são feitas no pátio da escola; aquelas mesmas e algumas novas estratégias de transmissão de conteúdos e nisso pensam na inclusão social, só porque recebem pessoas com deficiências mental, esquecendo que mesmo os ditos normais são carentes e precisam ser incluídos, pois são dependentes, muitas vezes, economicamente.
Diante disso é necessário que a escola em sua organização no cotidiano escolar repensam suas atitudes e passem a trabalhar coletivamente, abram as discussões para o dialogo, e se comprometam a fazer mudanças favoráveis a educação e que essa relação, escola e pessoas envolvidas, juntos somem experiências político pedagógicas com as vivencias. A partir daí renovaremos para um ensino- aprendizagem de compromissos e objetivos alcançados.

sábado, 22 de novembro de 2008

Atividade complementar Sintese do grupo

Organização Escolar

A escola é um lugar onde tratamos da organização escolar em ESPAÇOS- referem-se ao lugar físico e TEMPO- referem-se ao conjunto da relações.
No cotidiano escolar a educação trata-se da aulas perguntas e respostas prontas como conhecimentos, das escolha dos livros didáticos que ocupam a cena central das relações entre os indivíduos e o conhecimento, as atividades recreativas, aos diálogos dos professores sobre os alunos ( comportamento ), ás reuniões pedagógicas, ao planejamento dos conteúdos das disciplinas- onde professores, coordenadores, diretores também pensar e fazer a INCLUSÂO. Nessa inclusão entram pessoas com necessidades especais: cegos, surdos, outros com alguns tipos dce deficiências mental ou motrocidade-paralisia celebrais
e outros. Deixando de lado aqueles também com deficiências por questões sócias, culturais, étnicas, econômicas, etc. Diferenças que podem levar a exclusão e ao fracasso escolar.
Atualmente as escolas não estão preparadas a respeito da gestão escolar, mesmo em reuniões com os familiares do aluno, só os profissionais da educação ditam as regras, opiniões coletivas onde pais e responsáveis participam com sugestões na solução dos problemas escolares, ainda não são muito praticados.
È necessário a atenção de educadores e educadoras para uma proposta de organização escolar pautada na gestão democrática da escola e na ética do cuidado-cuidado com aqueles que também são nossa parte, isto é educadores devem sentir-se parte da escola. Os espaços educativos devem ser gerados por um sentimento de solidariedade de infinita com a vida, nas mais variadas manifestações. Para tanto no individual e no coletivo de opiniões que diferem entre se, haja um dialogo para um acordo, consolidando vínculos e criando um bem comum para a vida.
Pelo olhar do autor, Álamo Pimentel,observamos que os espaços e tempos na escola precisam modificar para que haja uma transformação, porque ao que se nota, são reprodução de autoritarismo no trabalho educativo. Educadores se travam na mesmice com temor pela educação e aceitação da diversidade cultural que emana no cotidiano escolar.

sábado, 18 de outubro de 2008

PESQUISA DE CAMPO- 1ª PARTE DO PCC.

1ª PARTE DO PCC.
ANALISE DA ENTREVISTA
A partir dos estudos realizados no livro – texto Organização Escolar e a Entrevista, realizada em uma escola do ensino fundamental da rede pública municipal, notamos a semelhança entre a cultura escolar da escola entrevistada e a cultura da escola, que permanecem vínculos com as escolas tradicionais de antigamente.
A função social da escola em vez de fazer com que o aluno desenvolva consciência crítica, isto é, ao invés de tentar formar cidadãos, ela tem como função apenas repassar conteúdos quantitativamente.
Observou-se também que atividade profissional da escola como um todo não é considerada educativa, pois o “trabalho é centralizado” palavras da entrevistada, há uma hierarquia a ser respeitada, porém novos métodos educacionais não são levados em considerações, muito menos as idéias e sugestões dos discentes fato este que ocorre devido a falta de um Projeto Político Pedagógico na escola, este de suma importância para a solução de problemas, dificuldades e conflitos existentes no ambiente escolar. Com isso, percebe-se que a relação entre Professores e Diretores é uma relação de subordinação e a relação entre professor e aluno é profissional (transmitir conhecimentos) e amigável, porém sem perder a liderança.
A comunidade é desprovida até mesmo de estímulos educacionais, isto é confirmado, pois raramente a comunidade participa das atividades da escola, comparecendo apenas quando intimada sobre reclamações a respeito dos alunos, ou ainda para assinaturas e solicitações de documentos.
A relação Cultura Escolar e Cultura da Escola se dá de forma precária, pois os educandos são pessoas desestimuladas, sem interesses educacionais, com isso o professor transmite o conhecimento conforme os saberes e significados trazidos do educando, ou seja, conforme o interesse do aluno e normas da organização escolar quando tem que cumprir carga horária.
De acordo com o que foi relatado , a Instituição Escolar necessita de interferência pedagógica onde serão analisadas as condições de funcionamento e desenvolvimento escolar.